29.4.08
Dinheiro não traz felicidade
(ou emo que é emo, não muda nem por um milhão)
para ler ouvindo: Fresno - Cada Poça Dessa Rua Tem Um Pouco De Minhas Lágrimas.
(Sério que eu nem supunha existir uma música com tal nome... joguei a merda banda no Google e apareceu isso aí. E depois ainda me tacam pedra por gostar de Legião... afff.)
Andando pela Carlos Gomes na hora do almoço, resolvi fazer um pit stop na banca de revistas pra bisbilhotar as capas e matar um tempinho, quando dei de cara com isto:
ó o beiço da criatura!
Ou seja, uma vez emo, emo sempre. Vendendo alface ou com um milhão na conta.
E, por falar no assunto, já leu as definições da Desciclopédia sobre o tema? Eu mimijei rindo.
vaca-emo: coisinha lindia de se ver!
Mas atenção: este blogue não faz nenhum tipo de discriminação. O conteúdo deste post é meramente recreativo.
(Até porque, se o tal Rafinha aparecesse na minha frente, eu pegava ceeeeerto. Com ou sem milhão.)
;)
Publicado às 14:30 :: Diga algo, se achar que deve:
28.4.08
Eu não mereço tanto...
Bem, como percebem, tou tentando voltar à ativa (de verdade) na blogosfera.
E é legal ver que meu esforço tem sido reconhecido.
Aliás, depois de muito reclamar por aí da minha atual impopularidade, acabei ganhando indicação e presentinho. Olha só que meigo:
Quem fez a caridade foi a An@lu, dO Outro Blog da Ana, mocinha que saiu do Rio pra morar em Portugal e que escreve textos deliciosos. Obrigado, de coração.
Não tenho experiência na coisa mas, ao que me parece, devo indicar outros dois blogues para receberem o selinho, então lá vai:
* Where is my Mind? - blogue da Lívia, que me surpreende sempre com seus pensamentos tão... parecidos com os meus. Além dos textos ótimos, claro.
* Nograyscale - blogue da Cecília, que me acompanha desde os primórdios e cujos posts são assim, feitos com o coração.
E a todos que tem vindo aqui, muchas gracias.
:)
Publicado às 15:54 :: Diga algo, se achar que deve:
25.4.08
PÁRA TUDOOO!
CLICAQUI, docinho.
Ou eu sou inocente demais, ou excessivamente desinformada-alienada-atrasada-conservadora, ou este mundo tá perdido mesmo.
JURO que eu não sabia que vender o corpitcho era profissão regulamentada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Meu queixo caiu.
**Dica da Carolzinha: Experimente clicar em "Tabela de Atividades" no "Menu da Família" que aparece no canto superior esquerdo do site.
Vou imprimir umas cópias e distribuir pras tias da Farrapos e arredores. Vou MESMO.
Complementando:
Já que o assunto é "Profissionais do sexo", que tal esta, hein? Aprenda técnicas infalíveis, tipo tirar fotos da bunda e enviar por torpedo, ou dizer frases picantes como "Deste jeito vou ter um orgasmo".
Alguém avisa pra ela que a Revista Nova já dá estas "preciosas informações" há anos, por favor?!
E sabe o que é pior? É que este tipo de coisa VENDE.
Depois dessa, eu nem digo mais NADA.
Publicado às 10:34 :: Diga algo, se achar que deve:
23.4.08
A vida NÃO imita a arte
(post noveleira mode on)
Ex-marido que liga às 01:35 da madrugada de sábado pedindo ajuda porque o filho de quatro anos (com outra ex, aquela mesma com quem ele te corneou há oito anos atrás) está supostamente com febre, tem exatamente o que na cabeça, hein?
E pior... quando ele aparece na tua casa no dia seguinte com o pirralhinho, fala mal da mãe da criança, reclama da namorada atual e ainda afirma que mesmo tendo ido pro hospício duas vezes, você foi a mais "normal" das mulheres com quem ele se relacionou, ele quer dizer o quê?
Darling, presta atenção: Maria Paula passou longe deste corpinho aqui, viu? Até porque, pra Marconi Ferraço, te falta um bocado.
Ah, claro. Para garantir a tranqüilidade e o bem-estar, tenha sempre em casa Melhoral.
E evite telefonemas desnecessários (?!) durante a madrugada.
* Crédito da imagem: http://propagandasantigas.blogspot.com
Publicado às 09:48 :: Diga algo, se achar que deve:
18.4.08
Reclames Publicitários de Outrora
"Mais completo alívio para toda a família".
Agora meu, imagina. A família TODA tomando laxante. O laxante fazendo aquele efeito suuuuuuuuper tranqüilo em todos ao mesmo tempo.
Que MERDA, hein?
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Vontade louca-absurda-imensa de voltar a me comportar como nas noites de inverno de dois mil e três. Ah, como era bom ter sempre "nome na porta" e entrar de graça onde eu quisesse. Ter assim, muuuuuitos conhecidos (amigos ou não é outra história) com quem passar a madrugada sentada num boteco enchendo a cara sem gastar quase nada. Ter "segredinhos cor-de-laranja" que me permitiam virar noites acordada e trabalhar na boua no dia seguinte.
Acho que envelheci demais nos últimos anos.
Ainda bem que daqui a pouco a vontade passa, se eu bem me conheço. Porque nem ficaria bem mesmo uma senhora-dona-de-casa-mãe-de-família beirando os trinta-e-um (abafa!) ser vista por aí assim, alegre e feliz com esses prazeres mundanos e totalmente dispensáveis.
Né?
:P
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E daqui há alguns minutos começa o feriadão.
Eu nunca entendi muito bem o feriado de Tiradentes, sabe? Nunca. Tá, não sou retardada, sei QUEM foi o cara e a história toda da Inconfidência Mineira, mas... precisava ser feriado?
E por que o Dia do Índio não é também então? E olha que também é aniversário do Rei, o que torna a data ainda mais ESPECIAL. o.O
Ou o Descobrimento do Brasil?
E já que no dia 18 (hoje?) é Dia Nacional do Livro Infantil (e de Monteiro Lobato), por que não transformaram a semana inteira em feriado nacional?
Eu, sinceramente, não vejo muita lógica na escolha das Datas Comemorativas em que se pode viajar ou ficar em casa ou passear ou o que der na telha já que não precisa trabalhar mesmo. Mas aprecio muito ter um dia de folga, naturalmente.
Então... bom descanso pra mim. Tá, e pra você que leu o post até aqui, também, claro.
;)
* Crédito da imagem: http://propagandasantigas.blogspot.com
Publicado às 16:51 :: Diga algo, se achar que deve:
17.4.08
Driblando a falta de assunto
Apresento ao caro leitor a Srta. Upset, minha amiga de longa data:
Srta. Upset é secretária de um ex-empresário da construção civil, Dr. Long Green.
Em meados do século passado, Long Green, juntamente com seu sócio e amigo Watchtower, era dono de uma das mais importantes empresas de engenharia do Estado. Nessa época, Upset nem sonhava vir ao mundo, mas Long Green já acumulava um patrimônio considerável.
Um ou dois anos após o nascimento de Upset e por razões que desconheço, acabou-se a sociedade e cada qual montou seu próprio escritório num bairro nobre da capital, afim de administrar seus aluguéis, investimentos, negócios e etecétera.
Upset nunca havia trabalhado como secretária, mas depois que a empresa onde deu seu sangue por mais de uma década a demitiu alegando “corte de despesas” (e ela sabe que não foi por isso, mas deixa pra lá), agarrou com os dois braços a oportunidade que oferecia um salário mais razoável em relação ao mercado.
Se não me engano, Upset já está há cerca de um ano na nova função. E, tal qual o Pedro, da música do Raul Seixas, “vai pro seu trabalho todo o dia / sem saber se é bom ou se é ruim". Ela tem me contado vários episódios curiosos, irritantes, desgastantes e até engraçados que vez por outra ocorrem no escritório. Pensei em agrupá-los num livro, que assim como os outros dois que iniciei, nunca seria concluído. Mas desisti logo em seguida. Escrever no blogue é mais simples, fácil e, sobretudo, barato.
Então caros (três ou quatro) leitores, aguardem para os próximos posts relatos do cotidiano de uma pseudo-secretária que resolveu compartilhar as suas desventuras profissionais (respeitando o Código de Ética , naturalmente.).
;)
Publicado às 14:58 :: Diga algo, se achar que deve:
11.4.08
Das coisas que (eu penso que) só acontecem comigo – II
Eram 14:00hs de domingo, o dia da “festinha”. Eu, que já tinha passado o sábado inteiro em função de fazer doces, assar bolos, encher balões e recortar coisinhas pra decoração, que não tinha dormido quase nada de tanta ansiedade, que tinha levantado cedinho pra fazer pizzas, assar salgados, rechear e cobrir o tal bolo de róque, estava em cacos, suja, suada e pendurando balões pelo quintal, quando começaram a chegar os primeiros convidados. Ainda faltava encher barquetes, canudinhos, rechear sanduíches e montar a mesa (além de tomar banho, óbvio, e dar um “trato” na cara de zumbi ambulante).
Detalhe: Eram QUATORZE HORAS, e no convite tava bem claro: 16:00 hs. DEZESSEIS HORAS, vulgo QUATRO DA TARDE. Tive um ataque histérico e, louvada seja minha santa mãezinha, que além de me ajudar com o que faltava, não deu ouvidos quando entre lágrimas eu gritei para que ela chamasse uma ambulância pra me levar pra Pinel. o_O E também a minha irmã Mari que arrumou, penteou, maquiou e etc a aniversariante-Pitty-cover.
Mas no fim, tudo deu certo, acho eu. Não faltou comida e até elogiaram minhas “criações artísticas/gastronômicas”. Se falaram mal, foi pelas costas. E, se eu não ouvi e nem fiquei sabendo, tudo bem.
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Dia desses, a Laurita com um calendário em mãos, me sai com esta:
- Mãe, no mês que vem tem duas datas muito importantes, né?
Eu, toda-toda, pensando que ela referia-se ao dia das mães e ao meu aniversário, respondi:
- Tu acha mesmo isso, filha? - cheia de felicidade e com um sorriso escancarado.
- Claro, tá marcando feriado aqui.
- Feriado?
- É. Dia 01 é Dia do Trabalho e dia 22 é Corpus Christi.
- Claro, claro. - desfazendo o sorriso e murchando feito planta sem água na mesma hora.
É nisso que dá se achar a coisa mais importante na vida de uma criança só porque colocou ela no mundo. Pffff.
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Tive de ir ao DMAE, semana passada, resolver um problema aqui da empresa. Apesar de ter de permanecer em pé durante o atendimento, o funcionário até que foi bem prestativo e atencioso. Orientou-me direitinho e retornei com as instruções detalhadas do procedimento a ser executado.
Dias depois, precisei ligar para o referido órgão afim de solicitar que me enviassem as guias para o pagamento das taxas e etc. A moça, solícita, quis saber QUEM tinha me atendido quando lá estive. Examinei os papéis e em nenhum deles continha o nome do rapaz. Disse pra ela que não sabia. Ela insistiu, perguntou se eu lembrava das características físicas. A única coisa que eu lembrava é que ele não tinha a mão esquerda e que, durante todo o processo de atendimento, eu fiquei pasma observando a agilidade dele apesar da deficiência. Sequer reparei a cor dos olhos, dos cabelos, o formato do rosto. Mas não sabia como dizer isso. Então respondi que não, que não lembrava de nenhuma característica. Nenhuminha? - questiona a moça. E eu: Bem, acho que ele tinha um problema em uma das mãos e... Fui interrompida por ela, que disse algo como: Ah, é o Léo, por que a senhora não disse logo?!
Sinceramente, não sei porque fiquei tão constrangida. Não sou preconceituosa e acho que TODOS temos os mesmos direitos. Mas apontar uma deficiência como “característica física” ainda é algo que está fora dos meus limites.
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E no melhor estilo XOU DA XUXA, quero mandar um beijo pra minha mãe, pro meu pai e pra você, caro leitor, que vezenquando dá-se o trabalho de passar por aqui e gastar alguns minutos de seu precioso tempo lendo posts de uma balzaquiana limítrofe e histérica.
Hasta.
;)
Publicado às 16:51 :: Diga algo, se achar que deve:
4.4.08
Coisas que não saem da minha cabeça nestes dias:
Pasta americana.
Acúçar impalpável.
Glacê real.
Geléia de brilho.
Estecas.
Gordura vegetal hidrogenada (éca).
Corante gel + ácool de cereais.
A música "O Confeiteiro" da primeira versão do filme A Fantástica Fábrica de Chocolates.
Resolvi fazer a festa da Laurita em casa. E também os comes. E, principalmente, resolvi me aventurar num bolo artístico. Creio que, além de certa habilidade, precisarei de muita sorte nesta empreitada. Muita mesmo.
(E ai de quem falar mal dos meus quitutes!!!)
;)
Publicado às 15:23 :: Diga algo, se achar que deve:
1.4.08
Das coisas que só acontecem comigo.
Daí que eu resolvi ir ao casamento com um vestido velho. O mesmo que eu usei na formatura do meu ex-marido há uns bons sete anos (e dez quilos) atrás. Pretinho básico, com os acessórios certos, ficaria perfeito. Ficaria, futuro do pretérito, se não fossem os tais dez quilos.
O casamento era no sábado. E eu descobri na terça que cabiam duas de mim dentro do modelito. Costureira? Nada. Resolvi me valer dos serviços da minha avó que, num passado distante, já exerceu a profissão. Pois bem, na quarta tinha compromisso até tarde e deixei pra ir à casa dela na quinta, após o expediente (achando que a pobre faria a reforma na hora).
Desci do ônibus com o mundo vindo abaixo. Escuridão, vento e água por todos os lados. Eu, sem guarda-chuva ou algo que o valha e, ainda por cima, com uma pastinha com recortes decorativos e os convites da festinha de aniversário da Laurita pra proteger do toró.
Caminhando apressada em direção ao prédio onde mora a Dona Lourdes (Vó Lu, para os íntimos), dobro a esquina e dou de cara com um morador de rua. Lembrei do terrível incidente com o papeleiro e tentei me afastar. O dito-cujo, percebendo meu pavor, abriu as calças e colocou o “órgão sexual” pra fora. ARGHHHH! Saí correndo feito doida, enquanto os convites caíam da pastinha e espalhavam-se rua afora. No portão do condomínio, avistei duas pessoas e senti certo alívio. Mas, ao me aproximar, percebi que eram companheiras do tal que eu encontrara instantes atrás. Cercaram-me e começaram a pedir dinheiro-comida-roupa-qualquercoisa. Enfiei o dedo no porteiro eletrônico e tive que fazer uma certa manobra pra que as duas não entrassem atrás de mim.
Depois de beber água e me acalmar, eu e minha vó constatamos que a reforma no vestido não era assim tão simples. Impossível de ser feita em alguns minutos. Resolvi deixar lá e buscar na sexta (e o casamento era no sábado, repito) e rumei de volta à Assis Brasil (por outro caminho, óbvio) protegida por um guarda-chuva “Hot Weels” de um dos meus primos gêmeos de dez anos. Chegando na avenida, TUDO ALAGADO. Tive de atravessar a rua com água quase pelo joelho. Nojo nojo nojo. E a desgraça estava apenas começando.
No dia seguinte (sexta-feira, e o casamento era no sábado), no mesmo horário, lá se foi Dona Carol buscar o vestido na casa da Vó Lu. Desta vez não encontrei mendigos, nem vento e nem chuva pelo caminho. E nem o vestido pronto. Dores na coluna durante grande parte do dia impediram que o “serviço” fosse concluído. Esperei então que a Dona Lourdes terminasse a costura, enfiei na sacola (sem experimentar!!!) e fui-me embora pela Assis Brasil, já sem água e não tão escura.
No sábado (o dia do casamento) pela manhã, fui buscar o vestido da Laurita (alugado na mesma loja do vestido da noiva). Quando cheguei, perto do meio-dia, é que lembrei de experimentar o meu. Pro meu desespero, ficou HORRÍVEL. Alguma informação certamente se perdeu entre o momento que a Vó Lu fez a marcação no meu corpo e o momento da costura propriamente dita.
Não havia o que fazer. Faltavam cerca de oito horas para a cerimônia, não existem costureiras no lugar onde eu moro e eu não tinha grana pra comprar ou alugar outro vestido.
Mas, como sempre resta uma esperança quando alguma loja de departamentos ainda nos dá crédito, resolvi ir até o centro de Porto Alegre em busca de algum “saldo” de verão naquela que eu julgava ser a filial mais “popular” por assim dizer da tal rede de lojas que faz merchandising na novela das oito (que passa às nove). Eu moro há mais ou menos UMA HORA de distância, mas mesmo assim, era a única alternativa.
Chegando na loja do centro, muitas peças “de festa” em promoção. Agora, a pergunta que não quer calar: Alguma servia em mim? C-l-a-r-o que não. Todas do tamanho quarenta pra cima. E eu não podia me dar ao luxo de pagar cento e tantos dinheiros, mesmo que em cinco suaves prestações, por um vestido que eu usarei uma vez na vida e outra na morte. Pensei rápido: Compro, cuido pra não sujar, não uso perfume, não fumo, não encosto em ninguém e depois troco por um monte de roupas de inverno pra Laura, que precisa delas mais do que eu de um vestido de festa. Totalmente desonesto, eu sei. Mas uma alternativa viável.
Experimentei vários. Nenhum adequado à ocasião. Ora, eu tenho 110 cm de comprimento de perna. Todos, sem exceção, ficaram curtos demais.
Sem pestanejar, resolvi ir até o Shopping Iguatemi, onde há outra filial da loja. Depois de experimentar alguns que não foram confeccionados para pessoas com corpo em forma de pêra, consegui um lindo, e não tão curto. Cheguei em casa faltando duas horas para a cerimônia. Nada de penteado elaborado, nada de fazer as unhas, nada de nada. Ainda bem que minha irmã arrumou a Laura, senão eu ia atrasar mais ainda do que a noiva. :P
PS:
1 - Sorte que na quinta choveu MUITO. Caso contrário correria o sério risco de aparecerem convidados “indesejados” no aniversário da minha filha. (convites impressos feitos no computador, devem ter se desmanchado na água, eu tenho fé!!!)
2 – O vestido caiu tão bem em mim e eu me senti tão “poderosa” cheia de brilhos, que desisti da troca. Tá, é mentira. Ele ficou com “cheiro de festa” e eu não tenho a cara-de-pau necessária pra devolvê-lo neste estado.
3 – A festa foi linda, tudo deu certo, e eu peguei o buquê no final. Só me falta o noivo, pequeno e insignificante detalhe.
4 – Duvido que alguém tenha lido este post inteiro. Além de enorme, não acrescenta bulhufas à vida de ninguém.
:D
Publicado às 16:56 :: Diga algo, se achar que deve:
Garota Batavo
Depois do "gerenciar trecos", só faltava essa mesmo.
Tsc, tsc, tsc.
Publicado às 09:13 :: Diga algo, se achar que deve:
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